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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Querem redefinir a pedofilia simplesmente como sexo entre gerações

 O texto do blog "Aliança pela Vida" traz um alerta:

"A realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão"

 Aconselho a ler todo o texto. É um importante instrumento de conscientização sobre este esquema diabólico de perverter os valores sacros da vida.

Link:

http://aliancacidada.wordpress.com/2012/01/10/academicos-pretendem-redefinir-a-pedofilia-como-intimidade-intergeracional/

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A difícil escolha de servir a Deus em Karachi

O testemunho de um jovem sacerdote paquistanês, coletado por Ajuda à Igreja que Sofre (AIS)

ROMA, segunda-feira, 6 fevereiro de 2012 (ZENIT.org). - "No Paquistão optar por dedicar a própria vida a Deus não é fácil." Padre Ryan Joseph tem 27 anos e nasceu em Karachi. Em todo o país as violências anti-cristãs estão muito difundidas, mas nesta cidade do sul do Paquistão - que tem 18 milhões de habitantes - a situação é ainda mais perigosa, especialmente para um sacerdote. Vestir a batina significa correr sérios riscos e a possibilidade de ser injustamente acusado de blasfêmia é "para nós uma ameaça constante."

Mas Pe. Ryan o quis desde a infância. Desde quando, na sexta-feira de manhã se levantava cedo para assistir à Missa e observar com admiração o seu pároco. "Sempre foi o meu sonho - escreve numa carta enviada nos dias passado à Ajuda a Igreja que Sofre - e se tivesse que acontecer algo comigo, tenho a certeza de que Deus me dará a força enfrentá-lo".

O jovem sacerdote está ciente de que a sua escolha poderá lhe custar muito, até mesmo a vida, mas, ainda assim, está sereno. E estava sereno também em novembro, quando tinha encontrado alguns membros da Fundação pontifícia em visita na sua diocese, apenas umas semanas antes de que o arcebispo emérito de Karachi, monsenhor Evarist Pinto, o ordenasse sacerdote no dia 3 de dezembro. Naquela ocasião o diácono tinha declarado de tirar força e inspiração dos Padres da Igreja. "Para muitos, a perseguição e o martírio dos quais se fala nas Sagradas Escrituras pertencem a um passado muito remoto – tinha explicado – mas para nós sacerdotes paquistaneses faz parte do quotidiana".

Na carta dirigida a AIS, padre Ryan fala sobre a importância do apoio dos fiéis - "muitos dos quais estão dispostos a dar suas vidas por nós" – e a imprescindível solidariedade entre irmãos. "Um sacerdote sozinho é impotente diante da violência - ele escreve - mas juntos podemos superar todas as dificuldades."

Ao contrário da maioria dos cristãos paquistaneses, padre Joseph pertence a uma família de classe média e seus pais desejavam para ele uma carreira de engenheiro. Uma estrada que percorreu por um ano e meio, deixando o seminário para testar a própria fé. "Ganhei muito naquele tempo - diz à AIS - mas me sentia inútil e nada satisfeito." Hoje está ansioso para se dedicar ao próximo, mesmo que ainda não saiba qual será a sua missão. "No seminário fomos suficientemente preparados para os aspectos espirituais da vocação - continua o padre - mas a verdadeira formação ocorre fora, ao lado de quem precisa." A sua principal preocupação é a de proteger as jovens cristãs forçadas a se ligar com homens muçulmanos: "Muitas vezes eu já vi essas pobres meninas usadas e depois abandonadas."

Ajuda à Igreja que Sofre apoia constantemente a formação dos sacerdotes no Seminário de Cristo Rei, em Karachi, onde estudam 46 jovens provenientes de diversas dioceses do Paquistão.